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 Como funciona o Firefox

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MensagemAssunto: Como funciona o Firefox   2008-01-20, 05:27

Introdução

Logomarca do Firefox
Um navegador de Internet é como os pneus de um carro. Você não presta muita atenção neles diariamente, mas sem eles não se vai a lugar nenhum. E se alguma coisa dá errado, você percebe rapidamente.

A grande probabilidade é que você esteja lendo esse artigo no Internet Explorer, que é o navegador que já vem instalado com os sistemas operacionais Windows. A maioria das pessoas utiliza o Windows, e essa mesma maioria não pensa duas vezes sobre qual navegador está utilizando. Na verdade, muitas pessoas nem sequer sabem que existe outra opção.

As opções existem, e embora algumas pessoas as chamem de "navegadores alternativos", um deles vem constantemente tirando o domínio do Internet Explorer: o Firefox. Na origem uma ramificação do então popular Netscape, o Firefox está construindo uma legião crescente de usuários dedicados que propagam seu entusiasmo pelo "boca a boca".

Neste artigo, descobriremos o que torna o Firefox diferente, o que ele pode fazer e que efeito um navegador "open source" pode ter no panorama da Internet.

"Aerodinâmico"
O Firefox é um aplicativo relativamente simples - não possui um monte de funções adicionais e plugins que a maioria dos usuários nem vai utilizar. Isso mantém o tamanho do arquivo pequeno e significa que o Firefox irá rodar bem mesmo em computadores mais velhos, sem utilizar muitos recursos do sistema. Os defensores do Firefox alegam também que ele é mais resistente a falhas.
A maneira mais fácil de aprender sobre o Firefox é baixá-lo (ele é gratuito). Você pode encontrá-lo no site oficial: http://br.mozdev.org/firefox. Se você está hesitando em instalar e aprender a usar um novo programa, fique certo de que o Firefox se parece com o Internet Explorer e funciona de forma muito semelhante, assim como em relação a outros navegadores. Existe até uma função para usuários do IE que lista as expressões familiares deste navegador e os nomes correspondentes para tais funções no Firefox.

No topo da tela, você irá encontrar uma barra de endereços, um pequeno painel de busca e uma linha de botões, as ferramentas típicas para navegação na Internet. Avançar, voltar, home, atualizar e parar estão todos nessa configuração básica. Esses botões, como tudo mais no Firefox, são totalmente personalizáveis. É possível reorganizá-los, retirar alguns deles ou adicionar novos.

Barra de ferramentas do Firefox



Agora, se o Firefox é tão semelhante ao Internet Explorer, por que trocar? Existem diversas razões, mas a mais importante para o usuário é a segurança.

Existe um grande debate acerca da segurança de navegadores da Internet, começando sempre pela vulnerabilidade do Internet Explorer como um alvo comum para hackers e desenvolvedores de vírus. A Microsoft lança pacotes e atualizações regulares para consertar as brechas de segurança no Internet Explorer, que podem permitir que alguém instale softwares mal intencionados ou roube informações de um computador.

O Firefox ainda não é foco de hackers, mas isso não significa que ele é necessariamente mais seguro. Por ora, o Firefox está tendo uma certa ausência de vírus e hackers principalmente porque, comparado com o uso em larga escala do Internet Explorer, é relativamente desconhecido. Os hackers ainda não se preocuparam em explorar o Firefox, pois o retorno que teriam não valeria seus esforços. Se o Firefox um dia atingir posição de domínio entre os navegadores, isso deve mudar. Veja a seção de segurança do Firefox para aprender mais.

Na próxima seção, veremos mais de perto as funções do Firefox e como elas podem ser complementadas.



Isso sim é propaganda
Em dezembro de 2004, um anúncio de duas páginas foi veiculado no New York Times promovendo o Firefox. O texto principal dizia:

Você está cheio do seu navegador? Você não está só. Nós queremos que você saiba que existe uma alternativa.

Os patrocinadores do anúncio foram mais de 10 mil adeptos do Firefox que doaram dinheiro para promover seu navegador independente favorito. O anúncio foi planejado para coincidir com o lançamento do Firefox 1.0 em novembro de 2004, mas sua publicação atrasou: só em dezembro chegou-se a uma decisão sobre como apertar os nomes dos mais de dez mil financiadores do anúncio na página do jornal.



Funções e complementos do Firefox
O Firefox vem com algumas funções úteis que o diferenciam do Internet Explorer. Uma das mais notáveis era a navegação por abas. Se você estiver navegando em qualquer versão anterior à 7.0 do Internet Explorer e quiser visitar um novo site enquanto mantém o atual aberto, você tem de abrir uma nova janela do navegador. Uma navegação intensa pode resultar em janelas do navegador se amontoando na sua barra de ferramentas e sugando os recursos do sistema. O Firefox resolvia isso permitindo que sites abrissem em abas separadas na mesma janela do navegador. Em vez de alternar entre janelas, um usuário pode mudar de um site para outro, ou entre vários sites, clicando nas abas que aparecem abaixo da barra de ferramentas do Firefox.

Janela do Firefox com duas abas abertas.

O Firefox oferece a "navegação por abas"

Você pode abrir uma nova aba em branco a partir do menu ou clicando no botão "nova aba" (new tab), que você pode adicionar à barra de ferramentas.

O Firefox possui também um bloqueador de pop-up incorporado. Isso previne que incômodos pop-ups fiquem surgindo sobre a janela do navegador. Você pode configurá-lo para avisar quando um pop-up for bloqueado e para permitir determinados pop-ups de determinados sites. Isso permite que você habilite pop-ups que são janelas úteis, mas não propagandas invasivas. Embora o Internet Explorer também tenha um bloqueador de pop-up incorporado, na verdade foi o desenvolvimento dessa função nas primeiras versões do Firefox que forçou a Microsoft a inclui-la no seu navegador.

Uma função do Firefox vital para alguns usuários é o aplicativo multiplataformas. Isso significa que o Firefox funciona em diferentes sistemas operacionais, não apenas no Windows. Até agora, o Firefox suporta todas as versões desde o Windows 98 (incluindo o Windows 95, embora um pouco mais difícil), assim como Mac OS X e Linux.

Existe uma outra característica notável do Firefox que pode ser a mais interessante. Seus complementos (add-ons) proporcionam ao navegador um número quase ilimitado de funções, com funcionalidades novas sendo criadas todos os dias. Ainda assim, o programa continua consideravelmente pequeno, já que os usuários só adicionam os complementos que necessitam.

gerenciador de complementos

Todos os complementos adicionados ao Firefox aparecem no gerenciador de complementos, que permite que eles sejam configurados ou desinstalados facilmente

Alunos do ensino médio provavelmente não necessitam de avisos sobre o mercado de ações, enquanto que pessoas realizando pesquisas sérias não precisam necessariamente de um MP3 player incorporado ao navegador. Se existe alguma função de outro navegador que você goste, existe uma grande probabilidade de que alguém tenha criado um complemento para que ela seja incluída no Firefox.

De onde vêm todos esses complementos? Eles são fruto da natureza "open source" (fonte aberta) do Firefox - saiba mais em O que significa "open source?. Além de o código do Firefox estar disponível para análise e utilização, são oferecidas ferramentas de desenvolvimento gratuitas para qualquer um que queira criar um complemento.

A seguir, veremos uma amostra dos complementos disponíveis para o Firefox.

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MensagemAssunto: Complementos e segurança   2008-01-20, 05:36

Complementos e segurança
Engraçadinho

* Bork Bork Bork! (em inglês) - visualize páginas da Internet e e-mail como lidas pelo Chef sueco
* Hammer Time (em inglês) - adiciona a função "STOP! Hammer Time" ao Firefox
* Leet Key (em inglês) - transforma texto digitado ou estático para L337, ROT13, BASE64, HEX, URL, BIN, código morse DES, layout de teclado DVORAK e para as funções de letra maiúscula/minúscula Leet Font.

Os complementos do Firefox vão de indispensáveis, como bloqueadores de propaganda, até alguns bobinhos, como o que altera a definição técnica de "Cookies" no menu de opções para "Bolachas são deliciosas iguarias". Aqui vão alguns dos complementos mais notáveis.

* Temas - os temas são tecnicamente uma categoria de complementos à parte, mas todos têm a mesma função: alterar a aparência do Firefox. Existem algumas dezenas de temas para escolher no site oficial. Se você quer que o seu navegador pareça ser feito de madeira, que ele tenha ícones grandes, coloridos e brilhantes ou que ele se pareça moderno e futurista, existe um tema pra você. Você pode alterar o tema todos os dias se quiser.


* Busca em dicionário - essa extensão permite que você selecione qualquer palavra no texto de um site na Internet, clique com o botão direito e selecione "buscar dicionário" no menu. Então uma nova aba se abre com uma definição de um dicionário da Internet daquela palavra.


* Gesticulações - a gesticulação do mouse é uma função retirada de um outro navegador alternativo, o Opera (em inglês). Quando essa extensão é instalada, os usuários podem executar diversos comandos de navegação comuns pressionando o botão direito do mouse e "gesticulando-o" em uma determinada direção. Uma gesticulação para a esquerda volta uma página, e para a direita, avança uma página. É possível personalizar as gesticulações e combiná-las (por exemplo, pressionar o botão esquerdo e mover para a esquerda fecha o navegador).


* FoxyTunes - essa extensão insere um pequeno painel de controle na barra de ferramentas do Firefox, permitindo que usuários controlem qualquer software de mídia de dentro do navegador.


FoxyTunes e ForecastFox



* ForecastFox - essa popular extensão insere a previsão do tempo na sua barra de ferramentas. Você pode selecionar a sua localização (ou algumas diferentes), quantos dias você quer na previsão e se você quer previsões para a noite, dia ou ambos.


* RadialContext - a maioria dos navegadores oferece um menu de opções quando você clica com o botão direito sobre uma página. A extensão RadialContext dá vida a isso colocando um pequeno "dial" gráfico nas opções (parecido com o som do carro) ao invés de deixar o menu só com texto.


RadialContext



* Bloqueador de propaganda - existem vários bloqueadores de propaganda além do bloqueador de pop-up incorporado ao Firefox. Essas extensões permitem ao usuário bloquear todos ou alguns banners e outros tipos de publicidade que aparecem nas páginas. Alguns utilizam uma lista de servidores de propaganda conhecidos ou bloqueiam imagens de servidores com as palavras "banner" ou "adserver" (servidor de propaganda) no nome do domínio. Outras exibem propagandas normalmente, mas se um usuário acha uma em particular muito irritante ou invasiva, pode clicar nela com o botão direito para removê-la por meio de uma opção no menu suspenso.


Antes e depois de utilizar um removedor de propaganda

Segurança no Firefox
O Firefox encara a segurança de uma maneira diferente do Internet Explorer. Enquanto o IE utiliza zonas de segurança, que algumas vezes podem ser confundidas com softwares mal intencionados, o Firefox não confia em zonas. Além disso, o Firefox não utiliza assinaturas digitais, que são verificações que os programadores podem comprar. Se você tentar instalar um software no seu computador, o Internet Explorer verifica se a assinatura digital bate com o verdadeiro fornecedor do programa. Peter Torr, gerente de programa da Microsoft, apontou isso como uma séria brecha na segurança do Firefox. Contudo, uma assinatura digital também não é garantia de um software seguro. Ela significa que alguém pagou pela assinatura e já houve casos de assinaturas fraudulentas sendo emitidas.

Uma outra questão de segurança envolve os controles ActiveX. Eles são incorporados ao Internet Explorer e permitem que determinadas páginas da Internet baixem scripts automaticamente ou executem pequenos aplicativos. Se por um lado a ausência do ActiveX no Firefox significa que alguns sites não poderão ser visualizados, ela também fecha muitas brechas de segurança. Nesse caso, o Firefox prefere segurança à funcionalidade.

Outro aspecto de segurança Firefox x Internet Explorer é o fato de que o Firefox é um programa open source. Isso significa que qualquer um pode acessar o código no qual o programa está escrito. Isso pode parecer uma má idéia, pois você está dando ao hacker acesso em potencial ao código, mas na verdade o que acontece é o contrário. Existem muito mais pessoas que desejam fechar as brechas de segurança do que hackers que desejam explorá-las. Ter milhares de pessoas cuidando do seu código e ajudando a apontar problemas significa que mais falhas de segurança serão consertadas mais rapidamente. Os desenvolvedores do Firefox chegaram a oferecer uma "recompensa" de US$ 500 e uma camiseta a qualquer um que apontasse com sucesso uma falha no programa.

Na próxima seção, veremos de onde veio o Firefox e quem o desenvolveu.Veremos também como esse novo navegador tem o potencial de mudar a Internet.

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MensagemAssunto: Passado e futuro   2008-01-20, 05:46

As origens do Firefox remontam diretamente à Netscape, uma empresa cujo navegador, o Netscape Navigator, era o mais utilizado antes de a Microsoft desenvolver o Internet Explorer. O nome interno da empresa para o navegador era Mozilla. Por fim, a Netscape lançou o código fonte do Navigator sob uma licença open source, o que significa que qualquer um poderia ver e utilizar seu código. Um grupo sem fins lucrativos foi montado para desenvolver navegadores utilizando esse código. Em 2003, esse grupo tornou-se a Fundação Mozilla.

Contudo, o Firefox não teria sido o navegador que o grupo Mozilla teria lançado se tudo tivesse ocorrido como planejado. Assim como o Netscape Navigator antes dele, o software da Mozilla estava ficando cada vez maior à medida que se adicionavam mais funções a ele, um problema de desenvolvimento de softwares conhecido como "feature creep" (excesso de funções) ou "bloat" (inchaço). Entra em cena Blake Ross, um entusiasta da informática que foi o primeiro a ajudar o projeto Mozilla como um hobby, quando ainda tinha 14 anos. Em vez de aceitar o "feature creep", Ross decidiu começar a desenvolver seu próprio navegador baseado no Mozilla, dando foco a uma versão enxuta e simples. O desenvolvedor de software Dave Hyatt também teve papel fundamental. Ben Goodger juntou-se a Ross em 2003 e o desenvolvimento progrediu rapidamente a partir desse ponto.

Quando o Firefox ainda estava em sua fase beta (quando um programa ainda não foi lançado publicamente mas as pessoas podem baixá-lo e usá-lo para ajudar a encontrar e consertar problemas), já causava um burburinho positivo entre usuários experientes em navegação na Internet. Desde o lançamento oficial, em novembro de 2004, aproximadamente 23 milhões de pessoas baixaram o Firefox (até fevereiro de 2005). O software de análises na Internet Onestat.com anunciou em novembro de 2004 que a fatia de mercado do Internet Explorer havia caído 5% desde maio daquele ano. O Firefox tinha um percentual de usuários de 4,5%. Três anos depois, a popularidade do Firefox continua crescendo. De acordo com o relatório do Onestat.com divulgado em junho de 2007, o Firefox cresceu 1,64% nos seis primeiros meses do ano, obtendo 12,72% do mercado, contra 84,66% do Internet Explorer. Existe, contudo, um longo caminho a ser percorrido até que ele realmente desafie o Internet Explorer como o principal navegador da rede.



Fire alguma coisa
No início, o navegador que viria a ser conhecido como Firefox era chamado de Phoenix. Contudo, houve problemas de registro de marca, então o nome foi alterado para Firebird. Uma outra empresa de software tinha um projeto conhecido como Firebird, então o nome foi alterado mais uma vez. Firefox foi escolhido pois era distinto e ninguém estava utilizando (embora se tenha descoberto mais tarde que uma empresa européia era dona da marca registrada da palavra Firefox, chegou-se a um acordo).

A freqüente troca de nome levou a uma piada contínua entre os desenvolvedores do Firefox e a uma extensão chamada Firesomething que faz uma coisa: cada vez que o Firefox é carregado, em vez de mostrar Mozilla Firefox, o topo da tela mostra uma combinação aleatória de duas palavras. Você poderia estar navegando com o Mozilla Firecow ou Mozilla Lightningkangaroo. Este artigo foi escrito enquanto usando o Mozilla Spaceemu. Clique aqui (em inglês) para baixar a extensão Firesomething.

O Firefox significa algo além de uma opção para aqueles que já estão cheios daquilo que percebem como lento desenvolvimento e descontrolados problemas de segurança do Internet Explorer? É possível. À medida que o Firefox aumenta sua popularidade, a Microsoft sente uma maior necessidade de competir com recursos extras próprios. Em uma ação surpreendente, que os analistas da indústria atribuem ao sucesso do Firefox (mas que a Microsoft atribui aos riscos de segurança do IE6), a Microsoft planeja lançar o Internet Explorer 7 separadamente da nova versão do seu sistema operacional, o Windows Vista, cujo lançamento está programado para atingir o mercado em meados de 2007. A versão beta do navegador da Microsoft já está disponível para download e traz muitas das funcionalidades já conhecidas do Firefox.

Se o Firefox atingir uma determinada quantidade crítica de popularidade (provavelmente cerca de 30% ou 40%), começará a ganhar muito mais atenção - e nem toda ela benéfica. Os esforços de hackers que focam o navegador de ponta poderiam causar problemas de segurança. O resultado pode ser uma corrida sem fim entre programadores que consertam brechas de segurança e hackers que encontram novas brechas, parecido com a situação presente do Internet Explorer. Maiores taxas de utilização também irão tirar do Firefox uma de suas características que atrai muitos usuários: ele é algo diferente.

O fato de que o Firefox é baseado em um código open source também tem implicações. Não apenas o download e a utilização do programa são gratuitos, o seu código também está abertamente disponível (para ser analisado, desenvolvido independentemente e para ser lançado de uma forma alterada). É provável que alguns desenvolvedores fiquem insatisfeitos com o rumo do Firefox e separem-se para criar suas próprias versões. Já existem versões alternativas do Firefox disponíveis, embora falte a elas a estabilidade do lançamento oficial.

Quem paga pela Internet?
Um possível problema com o Firefox é sua habilidade de bloquear propagandas em sites. Embora alguns anúncios sejam invasivos e inconvenientes, eles também pagam pela enorme quantidade de informação disponível em diversos sites (como esse). Se as pessoas puderem evitar rápida e facilmente esses anúncios, os sites terão de encontrar um novo modelo de negócios para oferecer conteúdo ao mesmo tempo em que obtêm lucro.

Uma pesquisa indica que os usuários do Firefox são menos suscetíveis a clicar em propagandas na Internet do que usuários de outros navegadores, mas isso parece ser mais uma indicação de maior conhecimento da Internet do que simplesmente bloquear propaganda [ref (em inglês)]. Uma solução para o problema: publicitários têm de criar melhores anúncios, que não sejam mal intencionados ou enganosos. Anúncios que reproduzem as mensagens de erro do Windows ou caixas de diálogo do sistema são odiados universalmente, ao passo que anúncios eloqüentes, alegres e com movimento são um chamariz para praticamente todo mundo.

O problema pode não ser tão sério quanto algumas pessoas acreditam. A remoção de todos os anúncios não vem incorporada ao Firefox - os usuários têm de instalar a extensão. Se a fatia de mercado do Firefox crescer, ele irá alcançar mais usuários que são menos voltados à tecnologia - menos suscetíveis a procurar e instalar extensões.

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